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quarta-feira, 22 de março de 2017

AO VIVO - Jovem Pan Morning Show

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AO VIVO - USA v Russia - CPT World Women's Curling Championship 2017

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AO VIVO - Barcelona x Real Madri

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AO ViVO - Fox Sport

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Anvisa interdita marca de alimento para bebês



A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu a fabricação, comercialização e divulgação, em todo o território nacional, de todos os lotes dos produtos Papá no Prato.

Os alimentos da marca são comercializados pela internet por fabricante desconhecido e nenhum deles possuíam registro na agência. O registro sanitário de alimentos de transição para lactentes e crianças de primeira infância é obrigatório.
Ainda no ramo alimentício, a Anvisa interditou, nesta segunda-feira (20), o lote 0027 do Doce de Amendoim Paçoca Rolha, da marca Dicel, que excedeu limite do teor de aflatoxinas. Essas substâncias são tóxicas e carcinogênicas.
De acordo com relatório do Laboratório de Análise Micotoxicológicas (Lamic) de Santa Maria (RS), foram detectado teores de aflatoxinas acima do Limite Máximo Tolerado (LMT) permitidos para amendoim com casca, descascado, cru ou tostado, pasta de amendoim ou manteiga de amendoim.
Também foi proibida a distribuição e comercialização do lote 0001700 do produto Palmito Picado, da marca Mega Sabor. O alimento foi reprovado na Análise de Rotulagem, Teste de Incubação e Determinação Potenciométrica.
De acordo com a Fundação Ezequiel Dias (Funed), a empresa não solicitou uma perícia de contraprova, o que tornou o laudo de análise definitivo. A Anvisa, portanto, proibiu o lote e determinou que a empresa promova o recolhimento do estoque.
A Anvisa também proibiu distribuição e comercialização de oito lotes do produto Alimento Nutricionalmente Completo para Nutrição Enteral ou Oral, da marca Trophic Bio. A empresa deve recolher todo o estoque existente no mercado.
Os produtos apresentaram informações nutricionais de vitaminas divergentes daquelas informadas nos rótulos. As informações são da Ascom/Anvisa.

Entrevista com Jair Bolsonaro | The Noite

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Setor privado vai pagar a conta: Temer recua e exclui servidores estaduais da reforma da Previdência

Temer retira servidores estaduais e municipais da reforma da Previdência Antonio Cruz/Agência Brasil


O presidente Michel Temer anunciou nesta terça-feira (21) que a reforma da Previdência atingirá somente servidores federais e trabalhadores do setor privado. Segundo ele, a reforma das previdências estaduais ficará a cargo dos governos dos estados.
Após reunião no Palácio do Planalto, ele fez o anúncio ao lado de ministros; do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ); dos líderes do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), e na Câmara, Aguinaldo Ribeiro (PP-PB); e de deputados, entre os quais Carlos Marun (PMDB-MS) e Arthur Maia (PPS), presidente e relator, respectivamente, da Comissão Especial da Reforma da Previdência.
A exclusão dos servidores estaduais foi a primeira concessão do governo em relação a mudanças na reforma da Previdência. Integrantes da equipe econômica do governo vêm defendendo a aprovação do projeto no Congresso sem alterações.
"Surgiu com grande força [na reunião] a ideia de que deveríamos obedecer a autonomia dos estados", disse Temer, após reunião com líderes partidários no Palácio do Planalto. "Reforma da Previdência é para os servidores federais", declarou.
O projeto de reforma da Previdência atualmente em tramitação na Câmara só exclui militares das Forças Armadas, bombeiros e policiais militares.
De acordo com o presidente, vários estados já começaram a reformular a Previdência estadual.
"Seria uma invasão de competência, que não queremos levar adiante", afirmou. "Sendo assim, funcionários estaduais dependerão da manifestação do seu governo estadual ou governo municipal", complementou.
"Estou passando ao relator [Arthur Maia] e ao presidente da comissão [Carlos Marun] que logo no dia de amanhã [quarta, 22] todos transmitirão aos membros da comissão que a partir de agora trabalharão com uma previdência voltada para os servidores federais", afirmou Temer.
Ao encerrar a fala, Temer deixou o Salão Leste do Palácio do Planalto, local do pronunciamento, sem responder a perguntas. Jornalistas gritaram, indagando se o anúncio era uma "derrota" da equipe econômica, mas o presidente ignorou a pergunta.
Pela manhã, durante discurso em um evento voltado a empresários, Temer afirmou que o governo conseguirá aprovar a proposta no Congresso mesmo que com “uma ou outra adequação”.
“O Congresso Nacional é o senhor dessa matéria agora. Até porque ela será, virá à luz, por uma emenda à Constituição, que depende apenas da atuação do Congresso Nacional. Mas nós vamos aprová-la. Vamos aprová-la com uma ou outra adequação, quem sabe, mas vamos aprová-la”, declarou.

Impacto 'zero', diz ministro

Após participar na Câmara de audiência pública da Comissão Especial de Reforma da Previdência, o ministro do Planejamento, Dyogo Oliveira, afirmou que o anúncio da exclusão dos servidores estaduais da reforma tem impacto "zero" para as contas do governo federal.
"Não tem impacto para o governo federal. Impacto é zero. Não há nenhum impacto para as contas do governo federal. Na verdade, o governo federal tinha a pretensão de, digamos, incluir isso na reforma para contribuir no ajuste dos estados. Entretanto, o entendimento é que os estados têm condições de fazer isso diretamente. Não tem necessidade de inclusão", afirmou o ministro.

Câmara

Depois do anúncio de Temer, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, afirmou que a decisão do presidente vai "facilitar muito" a aprovação da reforma da Previdência. Ele pretende concluir a votação da reforma ainda no primeiro semestre deste ano.
"Vai falicitar muito a aprovação porque vai retirar 70% da pressão que estava sendo recebida", afirmou o presidente da Câmara, Rodrigo Maia. "Vivemos em um estado federado e cada ente tem a prerrogativa para fazer ou não a sua reforma. Espírito Santo e Santa Catarina já fizeram", declarou.
No momento do pronunciamento do presidente, a Comissão Especial da Reforma da Previdência estava reunida em uma sessão na Câmara. O deputado Eduardo Barbosa (PSDB-MG) pediu a palavra para anunciar aos presentes no plenário o teor do anúncio de Temer. Houve aplausos de alguns parlamentares.
"O Brasil é uma federação, senhoras e senhores deputados", disse o deputado Júlio Lopes (PP-RJ). "Vai remeter os trabalhadores do estado para as assembleias legislativas, vocês não perceberam o jogo", afirmou o deputado Arnaldo Faria de Sá (PTB-SP), contrário à reforma da Previdência.

PSDB

Nesta terça, Temer se reuniu com o presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves (MG), um dos principais partidos aliados do governo.
O tucano disse que, no encontro, defendeu a necessidade de mudanças na proposta enviada ao Congresso.
Os dois pontos defendidos pelo PSDB, afirmou, são a manutenção do atual modelo do Benefício da Prestação Continuada (BPC) e um tratamento diferenciado para trabalhadores rurais.
O partido ainda não decidiu, porém, se defende a isenção da contribuição ou a aplicação de uma pequena taxa.
O BPC garante o pagamento de um salário mínimo mensal ao idoso acima de 65 anos ou à pessoa com deficiência de qualquer idade com impedimentos de natureza física, mental, intelectual ou sensorial de longo prazo.
Pelo projeto de Temer, a idade mínima para o idoso ter acesso ao BPC passará de 65 anos para 70 anos e o programa, vinculado ao salário mínimo, passará a ter valor estipulado em lei.
Quanto aos trabalhadores rurais, que até agora não eram obrigados a contribuir para o INSS, terão de fazer contribuições para se aposentar, se aprovada a proposta do governo.

fonte: G1

terça-feira, 21 de março de 2017

AO VIVO- Audiência Pública Reforma da Previdência

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Carne bovina deve ficar mais barata no Brasil

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A suspensão da importação de carne brasileira pode ser lucrativa para os atravessadores. O preço deve cair em breve, na previsão da Associação Nacional da Pecuária Intensiva (Assocon). O motivo é o aumento da oferta, já que os produtores que têm gado pronto para o abate devem oferecer mais carne aos frigoríficos nacionais. O que não se sabe é se eles repassarão a queda de preço aos supermercados e açougues.


"Num primeiro momento, é o que vai ocorrer, não tem jeito", garantiu Ricardo Merola, fundador e ex-presidente da Assocon, à colunista Mônica Bergamo, da Folha de S. Paulo. Merola explicou que a queda de preço está à vista, mas não deve ser durar muito porque há poucos animais confinados hoje no Brasil.
O gado que já está e confinamento ganha, em média, 1,8 kg por dia. Em 100 dias, na estimativa de Merola, eles estarão prontos para o abate. A próxima leva de animais já deve ser abatida após a crise. É que o gado no pasto demora cerca de dois anos para alcançar o peso.
O presidente da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec), Antônio Jorge Camardelli, disse à colunista acha que a queda do preço não chegará às mesas pois o consumo de carne vem caindo no Brasil desde 2015. "Não tem espaço na recessão para aumentar o consumo interno", completa Francisco Turra, presidente da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), sobre carne de aves.

Mais uma, Anvisa suspende lote de paçoca por presença de substância cancerígena

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A Anvisa interditou o lote 0027 do Doce de Amendoim Paçoca Rolha, da marca Dicel, nesta segunda-feira (20). O lote do alimento, distribuído pela Indústria e Logistica Wethonklauss Constante Ltda, excedeu o limite do teor de aflatoxinas, espécies de micotoxinas encontradas em alimentos.


De acordo com relatório do Laboratório de Análise Micotoxicológicas (LAMIC - Santa Maria/RS), foi detectado teores de aflatoxinas acima do Limite Máximo Tolerado (LMT) permitidos para amendoim com casca, descascado, cru ou tostado, pasta de amendoim ou manteiga de amendoim.
Aflatoxinas são substâncias tóxicas e carcinogênicas, e, por isso, produtos fora da especificação não podem ser consumidos pela população.
A interdição cautelar vale para todo o território nacional e se aplica ao lote 0027 do Doce de Amendoim Paçoca Rolha, marca Dicel, data de fabricação 18/11/2016, data de validade 18/11/2017. (Portal Anvisa

Com a presença de Neto, Chapecoense apresenta elenco para 2017

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