sexta-feira, 30 de setembro de 2016

Mais uma de Michel Temer, pensão por morte pode deixar de ser integral

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O governo Michel Temer vai incluir na reforma da Previdência o endurecimento das regras para concessão de pensões por morte. Segundo um integrante da equipe econômica, a proposta volta a tentar emplacar a redução no cálculo do benefício. Pelo texto, a pensão por morte vai deixar de ser integral e passará a ser de 60% para o cônjuge e mais 10% por dependente, até o limite de 100%.
A equipe econômica da presidente cassada Dilma Rousseff tentou adotar essa mudança por meio de medida provisória (MP), mas não conseguiu aprovação no Congresso. O entendimento na época era de que a alteração necessitava de alteração na Constituição, o que exige quórum qualificado para ser aprovado (dois terços de aprovação nas duas Casas em dois turnos).
Por isso, o governo aproveitará a reforma, que será enviada por meio de uma proposta de emenda à Constituição (PEC), para retomar o tema. A mudança no cálculo traz efeito imediato na economia dos gastos públicos com o benefício, que corresponde a um quarto do total das despesas previdenciárias. O cálculo também valerá para os servidores públicos, mas os militares devem ficar fora.
Como mostrou o Estado na edição de ontem, o governo quer uma maior convergência das regras para a aposentadoria e pensões entre os trabalhadores da iniciativa privada e o funcionalismo público. Também há a decisão de restringir o acúmulo de aposentadoria e pensão por morte.
No ano passado, o governo conseguiu só apertar as regras para a concessão do benefício, como a exigência de dois anos de casamento ou união estável para a sua concessão. Quem não se enquadra na regra, tem direito à pensão por quatro meses. O objetivo foi evitar fraudes e casamentos armados com pessoas que estão prestes a morrer.
Outra mudança foi a de que apenas o cônjuge com mais de 44 anos passou a ter direito à pensão vitalícia. Para os com idade abaixo desse limite, o período de recebimento da pensão varia de três a 30 anos. O texto enviado pela equipe de Dilma foi modificado na Câmara, onde foi retirado o artigo que reduzia o valor da pensão para 60% para o cônjuge e mais 10% por dependente.
Antes desse maior rigor nas regras propostas por Dilma, poderiam requerer o benefício o cônjuge, companheiro ou companheira, filho não emancipado, até 21 anos de idade, ou filho inválido de qualquer idade. Se não houvesse dependente que se encaixasse nessas regras, poderiam se candidatar os pais e o irmão não emancipado de até 21 anos de idade.
Não havia até então tempo mínimo de contribuição para que os dependentes tivessem direito à pensão, sendo apenas exigido que o segurado tivesse contribuído para a Previdência.
Segundo estudo da consultoria legislativa do Senado, na América do Sul, a pensão por morte dada aos cônjuges varia entre 36% a 60% (Chile) a 90% (Bolívia) do benefício. No G20, grupo de países mais ricos do mundo, os Estados Unidos pagam de 35% a 100% do benefício; o Japão de 50% a 78%; a Alemanha, de 25% a 55%, e a França, 54%.

Quais os direitos trabalhistas que podem ser negociados?

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Dizer que o negociado vale sobre o legislado significa que as cláusulas presentes em convenções coletivas assinadas entre sindicatos ou em acordos coletivos entre o sindicato profissional e a empresa prevalecem sobre as previsões contidas na lei.
De acordo com nossa legislação, em regra geral, as normas presentes nesses instrumentos coletivos somente prevalecem sobre o que a legislação prevê quando elas forem mais benéficas que a lei. Assim, por exemplo, considerando que a lei prevê férias de 30 dias após um ano de serviço, atualmente, um acordo coletivo ou convenção coletiva pode determinar um período maior de férias, mas não menor.
Defender que o negociado prevalece sobre o legislado é dizer que o que é decidido por meio desses instrumentos coletivos sempre prevalece sobre a lei. Sejam mais vantajosos ou prejudiciais ao trabalhador do que o estipulado por lei, podendo, por exemplo, diminuir o tempo de férias.
Algumas dessas hipóteses, porém, já são autorizadas pela própria legislação, como a possibilidade de redução salarial por convenção ou acordo coletivo. Também os tribunais trabalhistas têm admitido em alguns casos que as normas coletivas estipulem jornada diária de trabalho superior à prevista em lei, como é o caso da escala 12x36 (12 horas de trabalho por 36 de descanso).
Esses casos, contudo, são excepcionais, prevalecendo, ainda, a regra de que as convenções e os acordos coletivos não podem piorar as condições para o trabalhador.

Ônibus de cantor sertanejo e candidato a prefeito é incendiado em MG

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Um ônibus que pertence à dupla sertaneja Antônio Carlos & Renato foi incendiado na noite desta quarta-feira (28) em uma estrada em Ribeirão das Neves, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. Ninguém ficou ferido.
Segundo o Corpo de Bombeiros, um boletim de ocorrência foi registrado sobre o caso. O motorista do veículo teria sido abordado por suspeitos que ordenaram que ele saísse do ônibus, na LMG-806. Em seguida, eles atearam fogo ao veículo.
Um dos músicos da dupla concorre como candidato a prefeito de Ribeirão das Neves, segundo o G1. A dupla afirma que o motorista voltava com o veículo da manutenção e relatou que os suspeitos encapuzados estavam de moto. A polícia não comentou o caso.

Metalúrgicos da Ford são afastados da produção até segunda



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Os cerca de três mil trabalhadores da produção na fábrica da Ford, em São Bernardo, estão afastados com retorno previsto para a próxima segunda-feira (03/10). Nesta mesma data é encerrado o período do PPE (Programa de Proteção ao Emprego) e todos os 4.500 funcionários (produtivos e administrativos) da unidade retornam à jornada de 44 horas semanais.
De acordo com o Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, a parada é para controlar o volume de produção às vendas, além de realizar os últimos ajustes para implementar o novo modelo de produção que integra a linha de montagem de caminhões e a de veículos de passeio.
A montadora, por meio de nota, informou que a licença remunerada para a fábrica de carros foi concedida nesta quarta-feira (28/09) e para a linha de caminhões foram nos dias 26, 27 e 28 de setembro. Nesta quinta e sexta-feira (29 e 30/09), a empresa cumpre folga prevista no PPE.
Mesmo com o fim do PPE, os trabalhadores têm garantia de emprego até janeiro de 2018, conforme previsto em acordo firmado em assembleia no mês de junho.

10 frases de Tony Robbins, da Netflix

Tony Robbins
São Paulo – O coach, escritor e palestrante norte-americano Tony Robbins é um fenômeno de audiência. Seus livros e palestras já influenciaram dezenas de milhões de pessoas, nos Estados Unidos e fora dele, mas ele não gosta da fama de guru como sugere o documentário sobre ele disponível na Netflix: “Tony Robbins: Eu não sou o seu Guru”.
Guru ou não, é fato que ao longo da sua carreira como especialista em desenvolvimento pessoal ele já ajudou e treinou ícones como Bill Clinton, princesa Diana, Mikhail Gorbachev, Madre Teresa e até Nelson Mandela.
O sucesso de seus treinamentos está relacionado à programação neurolínguistica (PNL) cuja popularização tem nele um dos principais responsáveis. O hábito de repetir frases positivas até que elas façam sentido e se transformem em verdade é um dos pontos cruciais do seu trabalho.

Por que empresas que contratam gays inovam mais

Bandeira gay
São Paulo – Há pouco mais de 20 anos era impensável para um profissional LGBTassumir sua orientação sexual no trabalho e não sofrer nenhum preconceito.
Hoje, com a constante demanda por aceitação, inclusão e sensibilidade, essa realidade está com os dias contados.
Grandes empresas, como IBMAccentureFacebookApple e Starbucks já se tornaram referência global em ações e iniciativas que incluam lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais em suas equipes e cargos de chefia.
E o motivo de tanto engajamento é inspirador: muito mais do que retorno financeiro, essas empresas querem uma sociedade mais justa e igualitária.
“O que buscamos é construir um espaço em conjunto, oferecendo as mesmas oportunidades a todos. O retorno financeiro, se vier, é apenas uma consequência”, explica Adriana Ferreira, diretora de diversidade e inovação da IBM no Brasil.
E mesmo assim o dinheiro vem. Uma pesquisa divulgada recentemente pela revista Management Science comprovou que as companhias que incluem os LGBT em sua estrutura apresentam um aumento de 8% nos registros de patentes.
Segundo os pesquisadores, que entrevistaram mais de 5.000 empresários nos Estados Unidos, os profissionais diversificados trazem características relacionadas à criatividade, mente aberta e disposição maior de assumir riscos.
Jorge Abrahão diretor-presidente do Instituto Ethos, sustenta que as empresas que olham com sensibilidade para as demandas sociais conquistam mais espaço e retorno financeiro.
“Um profissional LGBT pode trazer uma bagagem de vida que ajuda a empresa a analisar problemas por uma outra perspectiva, tomar decisões importantes e principalmente se sentir acolhido e incentivado a criar”, diz ele.
Para Jorgete Lemos, diretora de diversidade da Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH Brasil), a explicação para esse fenômeno está, principalmente, dentro das próprias empresas.
“Tomar decisões assim comprova que a companhia está em um patamar degestão muito mais avançado", acredita. "A partir do momento em que se contrata um funcionário assumidamente homossexual promove-se um ambiente igualitário que vai instigá-lo a criar e fazer inovações”.
Uma outra pesquisa, realizada pela empresa de recrutamento e seleção Elancers com 10.000 empregadores, concluiu que 20% das companhias que atuam no Brasil se recusam a contratar homossexuais.
Para elas, o medo de ter a imagem da empresa associada ao profissional é a principal justificativa. O estudo revela ainda que 7% não contratariam um LGBT “de modo algum”, enquanto 11% só considerariam a contratação caso o candidato jamais pudesse chegar a um cargo de chefia.
Esses números apenas confirmam a resistência das corporações brasileiras em conviver com o diferente.
“As empresas estão perdendo profissionais excepcionais. Precisamos avançar e deixar de lado os tabus e os costumes que adquirimos com o tempo, porque quem detém o conhecimento não é só uma classe social, mas toda a humanidade”, explica Abrahão.
Dentre os exemplos mais concretos no Brasil estão a IBM e a Accenture. Ambas têm ações específicas para atração, retenção e engajamento dos profissionais tanto LGBT, quanto de outras minorias.
Além disso, promovem ações para discutir a importância de profissionais com histórias de vida diferentes e garantem um ambiente igualitário, sem preconceitos.
“Priorizamos o respeito ao indivíduo, o livre arbítrio e principalmente um espaço de troca de experiências”, conta Samantha Dutra, gerente sênior de desenvolvimento organizacional da Accenture no Brasil.
Referência no país
A principal referência no Brasil de ações que garantem um ambiente igualitário a todos é o Fórum de Empresas e Direitos LGBT.
Fundado em 2013, a organização reúne grandes empresas em torno do compromisso com o respeito e a promoção de direitos humanos, além de influenciar o meio empresarial e a sociedade sobre o tema.
O propósito é estimular ações que ajudem as empresas a repensar suas estratégias, desmistificar o tema no âmbito empresarial e influenciar a gestão e as lógicas das instituições.
Atualmente, a organização conta com 35 empresas que seguem os compromissosde respeitar os direitos humanos dos homossexuais, que englobam principalmente a igualdade em todos os setores das empresas.
“Em nossos debates quem fala são os LGBT. Eles que mostram aos heterossexuais que a igualdade só acontecerá quando o preconceito deles acabar”, explica Ferreira, que além de líder da IBM também está no comitê gestor do Fórum.
No final das contas, o mais importante é promover um lugar acolhedor para mostrar que todos são iguais e merecem as mesmas oportunidades.

Veja como foi avaliação dos candidatos a prefeitura de Taubaté no debate na TV Vanguarda

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Isaac do Carmo, Ortiz Jr, Polyana Gama, Saud

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Saud do PMDB, candidato a prefeitura de Taubaté, SP

O candidato Saud do PMDB, foi o mais, confuso, respostas vazias sem sentido, perguntas sem nexos, incomodado com as câmaras se confundia entre uma resposta e outra. 

Avaliação, 0 a 10: Para ser prefeito ainda deixa a desejar nesse momento.


Saud, nota: 4



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Pollyana Gama  do PPS candidata a prefeitura de Taubaté, SP

A candidata Polyana Gama teve um desempenho melhor no primeiro e segundo bloco do debate, fez perguntas coerentes, as respostas foi as mesmices dos tradicionais políticos. Aproveitou a inexperiência do candidato Saud para fazer perguntas e usar seu direito de réplica para expor suas propostas de governo.

Avaliação, 0 a 10: A população esperava mais de Pollyana, bem informada não soube usar seu conhecimento a seu favor.

Pollyana, nota: 5 


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Ortiz Jr PSDB candidato a prefeitura de Taubaté, SP

Ortiz Jr foi bem no primeiro e segundo bloco do debate, colocou seus conhecimentos sobre a cidade, obras, escolas, esportes, investimentos, respostas seguras, quando indagado por Isaac do Carmo sobre sua candidatura, balançou. A partir desse momento ficou constrangido evidenciado em seu rosto, aquelas respostas seguras dadas no primeiro e segundo bloco já não era mais convincentes, a voz ficou um pouco trêmula.

Avaliação, 0 a 10: Apesar de seus conhecimentos, é um candidato que não é ficha limpa, mas dificilmente perde esse pleito.

Ortiz Jr, nota: 6

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 Isaac do Carmo PT candidato a prefeitura de Taubaté, SP

Isaac no debate foi o mais tranquilo, nas perguntas e respostas, foi o único a cumprimentar o eleitorado no primeiro bloco, um diferencial, apesar de sua experiência no movimento sindical ainda não consegue sobrepor seu oponente Ortiz Jr. O debate pode mudar o eleitor indeciso de última hora, a tranquilidade de Isaac pode fazer diferença, deu um xeque mate em Ortiz Jr quando colocou a condição jurídica que envolve o ex prefeito. Apesar de vencer o debate, terá uma missão difícil, Polyanna e o atual ex prefeito, mas não impossível. 

Isaac do Carmo, nota: 6,5


fonte:http://canadauencetv.blogspot.com.br/

Debate entre candidatos a prefeito de São José dos Campos, SP

Debate entre candidatso a prefeito de São José dos Campos (SP) (Foto: G1)
Debate entre candidatos a prefeito de São José dos Campos (SP) na TV Vanguarda (Foto: Camilla Motta/ G1)
Quatro candidatos à prefeitura de São José dos Campos (SP) participaram na noite desta quinta-feira (29), após a novela 'Velho Chico', de um debate na TV Vanguarda em São José dos Campos (SP). Durante cerca de 1h20, eles discutiram ideias e apresentaram as principais propostas de governo aos eleitores. (volte mais tarde à esta reportagem para assistir os vídeos do debate)
Participaram do debate os candidatos Carlinhos Almeida (PT), Claude Moura (PV), Felício Ramuth (PSDB) e Shakespeare Carvalho (PRB). O programa foi mediado pelo apresentador Rogério Corrêa e dividido em quatro blocos.
Os candidatos Luiz Carlos (PEN) e Toninho Ferreira (PSTU) não participaram por não terem representatividade dos partidos na Câmara, conforme a lei eleitoral.
1º bloco
No primeiro bloco os temas em debate foram escolhidos em sorteio. Os temas foram desenvolvimento econômico e social, lei de zoneamento, transporte e trânsito, e educação.
O debate começou com o candidato Felício perguntando à candidata Claude Moura sobre como atrair empresas e gerar empregos. A cidade perdeu mais de 20 mil postos de trabalho nos últimos três anos e meio.
"Temos que fazer plano para atração de empregos arrojado, com a instalação de um novo parque industrial, lei de incentivos fiscais e uma política atrativa, que interesse aos empresários. Vamos fazer um levantamento da indústria em São José para atrair parceiras e fornecedoras das empresas que já estão aqui, fortalecendo-as e atraindo novas. Vamos fortalecer o setor de serviços e fomentar o turismo, nossa cidade tem potencial para turismo porque tem infraestutura, população acolhedora", disse Claude.
Shakespeare perguntou para Carlinhos Almeida sobre as a lei de zoneamento, acusando o adversário de ter travado o desenvolvimento do município com uma lei restritiva. "A lei de 2010 travou a cidade e dificultou o desenvolvimento. Em 2013 fiz mudanças na lei que geraram investimentos, mandamos tem um ano e meio proposta para Câmara para garantir novos invesdtimentos, com interesse do World Trade Center, o que geraria empregos na execução e construção, preservando áreas de meio ambiente da cidade. Nossa lei é avançada para São José e já poderia ter sido votada", defendeu o petista.
Carlinhos Almeida fez pergunta ao candidato Shakespeare. Ele destacou na pergunta a criação do bilhete único, os corredores de ônibus e projetos de pavimentação em sua gestão e questionou sobre as propostas do oponente para o setor de transporte.
"O bilhete único será mantido, mas a população quer um transporte público que funcione. Infelizmente houve uma redução no número de ônibus na cidade. Vamos entregar um sistema de transporte que funcione, a população vai usar o transporte no horário, vamos cobrar as empresas quanto ao cumprimento do horário, um transporte que seja eficiente", disse Shakespeare.
Claude Moura perguntou ao candidato Felício, sobre a demanda por ensino técnico para atender principalmente os jovens. "Vamos pensar nisso, mas antes é necessário rever o ensino fundamental que caiu de qualidade. Precisamos retomar a Feira do Jovem Empreendedor, o projeto Decolar, onde crianças com desenvolvimento acima da média eram identificadas e estudavam o dia todo, vamos transformar a escola em centro dos bairros, atrair alunos e pais, para participarem de atividades físicas e culturais. Vamos implantar ensino em tempo integral nas escolas da nossa cidade", disse o candidato tucano.
2º bloco
Felício Ramuth abriu o segundo bloco com uma pergunta para o candidato Shakespeare Carvalho. Segundo ele, o atual governo gastou R$ 12 milhões em reforma da 9 de Julho, R$ 20 milhões no estádio Martins Pereira e R$ 30 mihões no Teatrão, e a questão foi sobre a a opinião do oponente sobre esses investimentos. Felício prometeu reduzir cargos comissionados.
"Falta priorizar os recursos, falta pulso firme, administração eficiente, inteligente. Precisa ser priorizado o atendimento de saúde, são oito mil pessoas aguardando exames, mais de seis mil aguardando cirurgias. Reurbanização não é prioridade, a prioridade é atender a população na rede de saúde, o básico está faltando. Vamos gastar bem e principalmente estar próximo à população", disse o candidato do PSDB.
Na segunda pergunta do bloco, Carlinhos relembrou a época em que Felício Ramuth era Secretário de Transportes de São José, na gestão Eduardo Cury (PSDB), e o acusou de ter calculado valor da tarifa maior do que os empresários do setor pediam ao governo. Ele negou.
"O PT entrou na Justiça contestando o cálculo que eu havia dado, mas como eu sigo contratos, aumentei exatamente conforme previsto e isso foi atestado pela Justiça. Sobre o Hospital da Mulher, considero uma farsa - o hospital do seu governo não tem internação, não tem cirurgia, é um ambulatório que faz os mesmos atendimentos que o Hospital Municipal. Vamos seguir atendendo as mulheres por meio de parcerias, como a com o Hospital Antoninho da Rocha Marmo, não ficar construindo prédios para chamar de 'meu', precisamos é prestar o serviço", afirmou Felício.
Shakespeare perguntou para Claude quais medidas seriam adotadas para combater a corrupção em uma eventual gestão dela. "Para combater, é preciso ter a participação da sociedade. Primeiro temos que respeitar os conselhos da cidade, ter entidades para participardo governo, conselho de desenvolvimento econômico para acompanhar ações da prefeitura e soluções na área de informática para a população acompanhar as ações do governo. Vou exigir que grandes contratos façam periodicamente audiência pública para prestar contas à população periodicamente. Não basta ser honesto, tem que ser transparente", afirmou.
Claude questionou o candidato Carlinhos sobre a participação do PT e PMDB nos escândalos no governo federal. Ela quis saber porque o candidato abandonou a cor vermelha, que faz referência ao partido, na campanha deste ano.
"Partidos têm seu papel na campanha, mas eles não estão acima das cidades. Sempre que houver conflito entre partido e a cidade, eu fIco com a cidade. Sou representante de uma campanha que envolve dez partidos, meu compromisso é com investimentos em saúde e educação, quero discutir questões importantes aqui e há perguntas que os candidatos não estão respondendo", ponderou.
3º bloco
No terceiro bloco os temas voltaram a ser sorteados. O primeiro foi segurança pública - a candidata Claude Moura perguntou a Falício Ramuth, que prometeu reforçar a iluminação e retomar a atividade delegada -  que são as contratações de policiais militares pela prefeitura em horários de folga.

Eentre outros planos, ela prometeu revitalizar o Centro de Operações Integradas. "Vou colocar segurança na rua e fazer a prevenção. Já fui coordenadora da Secretaria da Defesa Cidadão, fazíamos operações conjuntas com a PM e a guarda civil. Não adianta polícia na rua, se não for na base da questão, que é atender jovens, esses jovens que ficam três quatro anos sem atrividades na rua, à mercê de criminosos", disse Claude
Combate à corrupção foi o tema sorteado para Carlinhos Almeida questionar o candidato Shakespeare. O petista destacou que ele criou a lista da habitação, da casa própria e planilhas de cálculo do transporte coletivo. Ele questionou as medidas que serão tomadas.
"Na Câmara [como vereador] eu criei o Portal da Transparência. A planilha que vocês disponbilizam é um projeto que eu aprovei enquanto vereador. Transparência é a melhor forma de levar um mandato, também na campanha, porque eu tive que recorrer à Justiça por terem inventado que eu era dono de um carro que não é meu, difamaram até minha mãe, esse é um jogo baixo que eu não faço", garantiu.
Shakespeare perguntou para Felício sobre saúde, com foco na questão do Hospital Regional, promessa do PSDB em 2012 e que até hoje não foi inaugurado pelo governo do Estado. "Vai resolver é a implantação da 'UBS Resolve', nova forma de acolhimento e tratamento na rede de saúde. Quem tiver pequenas urgências vai para a UBS, ao invés de ir às UPAS, agenda aberta com marcação de consultas em qualquer dia; os exames laboratoriais poderão ser feitos diretamente na UBS. Vamos fazer 35 mil cirurgias por ano", afirmou o tucano.
A candidata Claude fez uma pergunta sobre emprego ao candidato Carlinhos. Ela destacou as transformações, principalmente nas empresas GM e Embraer, e questionou sobre as medidas para assegurar os empregos em São José.
"Investi muito em formação, qualificação, o Qualifica São José formou cerca de 20 mil pessoasl apoiei a pequena e a micro empresa e vou continuar. No caso da GM eu fui à Ciesp, negociei com a empresa, ofereci contrapartidas e benefícios para a instalação de um parque industrial que atenderia a GM. Nunca empresários me procuraram e encontraram a porta fechada", disse o petista à concorrente.
Considerações finais
No quarto bloco o tema voltou a ser livre e foram abordadas questões comopolítica; lixo e meio ambiente; educação; planejamento para investimento no setor de esportes.
Nas considerações, Carlinhos Almeida disse considerar que a cidade continuou crescendo mesmo no cenário de crise do país. "Temo que o Hospital da Mulher desapareça, que a Escola Interativa seja atacada, fiz mais de mil vagas novas por ano para resolver o problema de creche. Eu tenho um trabalho que vocês estão vendo e um compromisso de uma São José cada vez melhor", concluiu.
Shakespeare Carvalho agradeceu o espaço e reafirmou o compromisso com saúde e habitação. "Precisamos de mais casas, melhorias na educação. O candidato à reeleição gastpu muito na campanha para mostrar uma cidade que não existe; o candidato pelo PSDB esta sempre rodeado pelos padrinhos políticos. Sou filho de retirante, trabalho desde os 15 anos, eleito vereador e considero que a população é o meu padrinho político", disse.
Felício disse estar preparado para liderar a cidade. "Acredito que é possivel fazer uma política diferente, com os valores de São José. Trabalhei nos governos de Emanuel e Cury, estou preparado para a missão de liderar a cidade. Fiz120 reuniões durante a campanha para ouvir a população, fiz campanha limpa e com propostas. O jeito que se faz campanha é como se governa. Para realizar as propostas, vou ser o gerente e o fiscal da população. Vou enfrentar os desafios", afirmou.
Claude destacou sua experiência como gestora em São José. "Não sou boa de comunicação, mas sou excelente gestora. Atuei em posições estratégicas nos governos de Emanuel e Cury, me coloco à disposição da população. Eu conheço como funciona a prefeitura, os servidores públicos e a cidade. Trabalhei 16 anos na prefeitura. Me coloco à disposição, pela minha sensibilidade. Nasci aqui, tenho quatro filhos e os criei aqui, tenho amor por São José. Peço seu apoio para cuidar de São José além das obras, quero cuidar das pessoas", finalizou.

Debate entre os candidatos à prefeitura de Taubaté, SP

Debate Taubaté (Foto: Danilo Sardinha/G1)
Debate entre os candidatos à prefeitura de Taubaté (Foto: Danilo Sardinha/G1)
Quatro candidatos à prefeitura de Taubaté (SP) participaram na noite desta quinta-feira (29), após a novela 'Velho Chico', de um debate na TV Vanguarda em Taubaté (SP). Durante cerca de 2 horas, os quatro candidatos ao Palácio do Bom Conselho discutiram ideias e apresentaram as principais propostas de governo aos eleitores. (volte mais tarde a esta reportagem para assistir os vídeos do debate)
Participaram do debate os candidatos Isaac do Carmo (PT), Ortiz Junior (PSDB), Pollyana Gama(PPS) e Saud (PMDB). O programa foi mediado pelo apresentador Ademir Ribeiro e dividido em quatro blocos.
De acordo com as regras da Justiça Eleitoral, participam dos debates os candidatos de partidos ou coligações que têm mais de nove deputados federais na Câmara dos Deputados ou tiveram pelo menos 5% na pesquisa de intenções de voto encomendada pela Rede Vanguarda. Com base na legislação, não participaram do debate neste domingo os candidatos Donizeti Lousada (PSDC), professor Silvio Prado (PSOL) e Vera Saba (PMB).
Primeiro bloco
O debate começou com uma pergunta de Saud para Pollyana com o tema transporte público.  "Precisamos de uma vez por todas definir qual o plano de mobilidade urbana para Taubaté. O nosso primeiro compromisso será ouvir você cidadão. Onde as intervençòes deram certo, vamos manter. Precisamos também educar para o trânsito. Entendo que a política de radares ainda não ajudou a reduzir o índice de acidentes. Vamos trocar os radares por lômbadas eletrônicas, afirmou Pollyana.
Depois, Saud foi questionado por Ortiz sobre habitação. O candidato prometeu atuar na regularização de bairros clandestinos. "Precisamos ter um plano diretor colocado a mesa de todos os empresários. Tem muitos lotes e loteamentos sem documentção, CEP, água e esgoto. Precisamos trabalhar os pontos de enchente, a acessibilidade. Precisamos reduzir o déficit habitacional. Por último, melhorar o kit reforma. Temos que dar pedra, areia e o aço para quem quer reformar e não tem condição", disse Saud.
A terceira pergunta foi de Pollyana Gama para Isaac sobre educação. O candidato do PT enfatizou a valorização dos professores. "Não se consegue chegar a uma nota boa do Ideb se você não valorizar os professores. Precisamos que o ensino integral seja algo importante para a formação da nossa juventude. No segundo período, vamos levar crianças para a prática de lazer em clubes. Também vamos fazer a escola digital, que é apresentar às crianças o século 21", disse Isaac.
A última pergunta do primeiro bloco foi feita por Isaac para Ortiz Júnior. O tema foi segurança pública. O atual prefeito falou sobre o COI e o reforço de policiais militares: "A Polícia Militar tem 60 policiais para fazer o policiamento. Com atividade delegada, consegui 230 policiais. Além disso, instalei o COI. Levamos para essas áreas o Ensino Integral de qualidade com arte, dança, para evitar o envolvimento dos jovens com a violência", afirmou Ortiz.
Segundo bloco
A segunda parte do debate teve perguntas com temas livres. A primeira pergunta foi feita por Isaac do Carmo para Ortiz Junior. O tema escolhido pelo candidato do PT foi a cassação de Ortiz Junior, que apesar de cassado, segue no pleito. "Temos que falar de ideias. Os meus votos serão somados, totalizados e ficarão ä disposição do taubateano. Quem define o destino da cidade é o taubateano", disse Ortiz.
Na sequência, Saud perguntou a Isaac quais medidas ele deve tomar para incentivar a geração de empregos para Taubaté. Isaac prometeu diálogo com empresários. "37% dos nossos jovens estão desempregados. Precisamos de uma atitude firme. Isso não é responsabilidade do governo federal. O governo municipal tem que agir. Não houve diálogo com os empresários na última gestão. Vamos dar uma atenção especial ao emprego. Porque ele gera renda para o pai de família e traz desenvolvimento econômico a cidade", afirmou Isaac.
A terceira pergunta foi feita por Pollyana Gama para Saud. O tema escolhido foi saúde. "A gente tem que terminar o Ambulatório Médico de Especialidades (AME), que é fundamental para a cidade. É impossível uma pessoa esperar um ano para fazer uma cirurgia de catarata. Implementar UPAs com atendimento 24h em diversas partes da cidade. Temos que ter remédios e entregar na casa da família. Precisamos de mais CRAs, trabalhar o Cemte, criar pelo menos mais um na parte alta. Precisamos de uma clínica veterinária pública para tratar animais de rua", afirmou Saud.
Para encerrar o bloco, Ortiz escolheu continuar no tema saúde para fazer a pergunta para Pollyana Gama. Além de prometer rever a verba da saúde, Pollyana prometeu modernizar os prontuários dos pacientes. "Nossa proposta é reestruturar a saúde da família. Precisamos de uma unidade de pronto-atendimento na parte alta da cidade para que o morador não precise vir para o Centro. Além disso, vou criar o prontuário do paciente online para ser acessado pela internet com todo o histórico do paciente", disse Pollyana.
Terceiro bloco
O penúltimo bloco do debate teve perguntas com temas sorteados. O primeiro questionamento foi feito por Pollyana Gama para Saud, que prometeu incentivar projetos culturais. "Primeira coisa é que vamos criar o Sistema Municipal de Cultura. Fazer com que o Conselho saia do papel pra gente trazer dinheiro para essa cultura que está precisando. Vamos fazer pontos de cultura nas praças. Não podemos esquecer dos festivais de cinema, de jazz. O nosso artesanato que precisamos revolucionar e dinamizar. Fazer festas religiosas e culturais", disse Saud.
A segunda pergunta foi feita por Isaac para Pollyana. O tema foi emprego. Para essa questão, Pollyana destacou o trabalho de seu vice Rubinho Fernandes. "Nossa proposta é constituir uma equipe com credibilidade. Por isso, temos nosso vice que tem histórico de atrair empresas e empregos para as cidades onde já trabalhou", disse.
O terceiro questionamento foi feito por Saud para Ortiz. O tema foi incentivo ao esporte e ao lazer. O prefeito afastado ressaltou o trabalho realizado na atual gestão. "Reformamos mais de 20 campos utilizados no futebol amador, além de pagar as taxas da liga. Quando eu assumi, havia um projeto de incentivo ao esporte. Agora, temos 15 projetos com 17 mil pessoas", disse.
Para encerrar o terceiro bloco, Ortiz questionou Isaac do Carmo. O tema sorteado foi corrupção. Isaac voltou a falar sobre a cassação de Ortiz Junior, que está afastado do cargo. "Pergunta foi feita por um ex-prefeito. Se alguém do meu partido, o PT, cometeu um crime, que responda por isso. Eu tenho certeza que sou Ficha Lima, diferente do prefeito afastado", disse Isaac.

quinta-feira, 29 de setembro de 2016

Jandira chama Globo de golpista em debate na própria emissora



A candidata à Prefeitura do Rio Jandira Feghali, do PC do B carioca, fez críticas à TV Globo durante a primeira fala do debate realizado na própria emissora nesta sexta.

Jandira afirmou que "a TV Globo apoiou um golpe contra a democracia e contra um governo legítimo que tanto fez pelos pobres", em referência ao impeachment da presidente Dilma Rousseff. 
A candidata fez a declaração durante a pergunta para o candidato do PMDB, Pedro Paulo.
A apresentadora Ana Paula Araújo afirmou que "a TV Globo não é obrigada a realizar debates e que não é a emissora que está sendo avaliada".

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