quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

Programa Pânico AO VIVO

Lula prevê traição do PSDB, saída de Temer e retorno de FHC



O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) acredita que o Michel Temer deve deixar a presidência da República, sem terminar o mandato.


Segundo avaliação do petista, o PSDB é hoje um dos principais aliados do governo, mas está organizando a volta de Fernando Henrique Cardoso à Presidência. O blog do Josias de Souza, do UOL, destaca que o retorno de FHC seria através de um eleição indireta, decidida no Congresso Nacional. Esse processo está previsto na Constituição para os casos de vacância da Presidência nos dois últimos anos do mandato.
De acordo com o blog, Lula almoçou com a ex-presidente Dilma Rousseff na última semana e estimou que o governo Temer deve cair em 2017.
Lula teria considerado que a derrocada ocorrerá “em breve” e prevê que os primeiros sinais de traição do PSDB a Temer devem ver à tona. Após o encontros dos dois petistas, Dilma também passou a avaliar que o PSDB fará com Temer o que o PMDB fez com ela. Além disso, Dilma ironiza ao dizer que Temer provará do seu próprio veneno. A petista considera que está em curso no Brasil um movimento subterrâneo que resultará em “um golpe dentro do golpe.”
Ainda segundo o blog de Josias de Souza, Dilma discutiu o assunto com uma pessoa que participou do seu ministério, ficando do seu lado até o impeachment. A ex-presidente revelou as previsões feitas por Lula e o ex-presidente José Sarney também teve conhecimento. Sarney confessou: “O Fernando Henrique não pensa em outra coisa”.

O réu Renan é rei

Renan no Senado Federal enquanto julgamento de ação contra ele ocorria no Supremo

Claudio Dantas analisa a vergonhosa decisão do Supremo, que manteve Renan Calheiros, réu por peculato, na Presidência do Senado. É um dia histórico e trágico.


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fonte:http://www.oantagonista.com/assuntos/brasil

Coletiva do Penta-Pós-Jogo Grêmio x Atlético-MG (Copa do Brasil 2016)

GM revela o belo Opel Insignia 2017, a 2ª geração do sucessor do Vectra

Opel Insignia Grand Sport

Holden Commodore NG, mesmo carro, também estreia na Austrália

Poucas horas após o flagra revelador, a GM divulgou de forma oficial as primeiras fotos e informações do novo Opel Insignia Grand Sport e também do “irmão” britânico da Vauxhall, que é basicamente o mesmo carro com outro emblema. Esta é a segunda geração do sedã que sucedeu o Vectra, que já esteve entre nós quando a GM brasileira tinha os lançamentos alinhados com a divisão europeia.
Incorporando diversos elementos do belo Monza Concept, apresentado em 2013, o novo Insignia tem linhas mais fluídas, além de ser elegante e ao mesmo tempo mais esportivo que o seu antecessor.
Medindo 4,90 metros de comprimento (9 cm a mais), a nova geração teve a altura de rodagem reduzida em 29 mm, com bitolas 11mm mais largas. A distância entre-eixos ficou 92 mm maior, chegando a 2,83 m, enquanto os balanços dianteiro/traseiro tiveram redução significativa. Tudo isso favoreceu a ampliação do espaço interno, sendo um dos destaques do carro.
Opel Insignia Grand Sport
“Seu design combina linhas fluidas e superfícies sutis com linhas nítidas e precisas que evidenciam as suas proporções: parece mais longo, mais baixo e mais largo do que realmente é, e definitivamente parece sofisticado”, disse Brit Mark Adams, vice-presidente da Opel Design Europa.
Baseado em uma nova plataforma modular do grupo, a E2XX, o sedã também promete ser referência no segmento em termos de aerodinâmica, com coeficiente de apenas 0,26. A nova base também significa redução de peso entre 60 e 175 kg, dependendo da versão.
Além do visual mais arrojado, a oferta de novas tecnologias foi ampliada e tem como destaque itens como faróis de LEDs, assistência de permanência em faixa, head-up display, para-brisa aquecido e bancos com certificação AGR e aquecimento.
Opel Insignia Grand Sport
Equipado com tração integral permanente com a função Torque Vectoring, o sedã oferece ainda o sistema FlexRide com três modos de condução (Standard, Sport e Tour). Outra novidade é o Drive Control, que adapta o carro ao estilo de condução.
A gama de motores ainda não foi divulgada, mas a imprensa europeia aposta no 2.0 turbo de 250 cv para a versão de topo. A estreia para o público está sendo aguardada para o Salão de Genebra, em março de 2017. Nos Estados Unidos o modelo chega até o fim do ano que vem como um Buick Regal.
Opel Insignia Grand Sport
Holden Commodore NG
Do outro lado do mundo, o Holden Commodore 2018 estreia como o sucessor do emblemático VFII. Chama a atenção o fato de que, pela primeira vez na história, o Commodore, um modelo tradicionalíssimo no mercado local, não será mais feito na Austrália.
Opel Insignia Grand Sport

Receita abre hoje consulta ao último lote do Imposto de Renda 2016



A Receita Federal abriu nesta quinta-feira (8) a consulta ao último lote de restituição do Imposto de Renda da Pessoa Física de 2016.

O Fisco ainda não informou quantos contribuintes serão contemplados neste lote, que também vai incluir restituições dos exercícios de 2008 a 2015. Mas a previsão é que o dinheiro seja depositado na próxima quinta-feira (15).
A Receita disponibiliza aplicativo para tablets e smartphones, o que facilita a consulta às declarações do IR e a situação do CPF. Com ele, será possível analisar diretamente nas bases da Receita Federal informações sobre liberação das restituições e a situação cadastral de uma inscrição no CPF.
A restituição ficará disponível no banco durante um ano. Se o contribuinte não fizer o resgate nesse prazo, deverá requerer, por meio da internet, mediante o Formulário Eletrônico - Pedido de Pagamento de Restituição, ou diretamente no serviço virtual de atendimento da Receita, o e-CAC, em Extrato do Processamento da DIRPF.
Caso o valor não seja creditado, o contribuinte poderá entrar em contato com qualquer agência do Banco do Brasil ou ligar para a Central de Atendimento: 4004-0001 (capitais), 0800-729-0001 (demais localidades) e 0800-729-0088 (telefone especial exclusivo para deficientes auditivos) para agendar o crédito em conta-corrente ou poupança, em seu nome, em qualquer banco.
Os valores que estão restituídos são corrigidos pela taxa básica de juros, a Selic. Com informações da Folhapress.

quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

Vídeo Exclusivo Mostra Resgate do zagueiro Neto da Chapecoense com Vida

Coletiva de Gabriel Jesus

Reforma da Previdência: Entenda o que pode mudar na sua aposentadoria

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O governo apresentou seu projeto de reforma da Previdência. Pela proposta de emenda constitucional, a idade mínima para se aposentar será de 65 anos, com pelo menos 25 anos de contribuição à Previdência. Mas, na prática, para receber 100% do valor, será preciso contribuir por 49 anos, mesmo que tenha atingido os 65 de idade.


O projeto ainda vai ser analisado pela Câmara e pelo Senado e só deve entrar em vigor em 2017.
A regra passa a ser a mesma para homens e mulheres. As mudanças valem para trabalhadores de empresas privadas, servidores públicos e políticos. Militares ficam de fora.
Quem já tiver tempo de aposentadoria pelas regras atuais não é prejudicado, mesmo que não tenha dado entrada nos papéis.
Trabalhadores mais velhos vão ter uma regra de transição, mais benéfica: homens com 50 anos ou mais e mulheres com 45 anos ou mais só terão de trabalhar 50% a mais do que falta hoje para sua aposentadoria. Se faltarem dois anos, trabalhariam três, por exemplo.
Entenda a seguir os principais pontos da reforma da Previdência:

QUEM SERÁ AFETADO

Homens com menos de 50 e mulheres com menos de 45 anos
Devem se aposentar usando as novas regras.
Homens com 50 anos ou mais e mulheres com 45 anos ou mais
Terão uma regra de transição mais suave:  vão trabalhar 50% a mais que o tempo que falta para se aposentarem. Por exemplo: se faltavam 2 anos para a aposentadoria, trabalharão 3 anos.

QUEM NÃO SERÁ AFETADO



Quem já está aposentado
Quem já recebe aposentadoria ou pensão já tem direito adquirido, ou seja, não vai terá nenhuma mudança no valor de seu benefício.
Quem já puder se aposentar até a aprovação da reforma
Não será afetado pelas mudanças, mesmo que não tenha dado entrada no pedido de aposentadoria. Isso vale até que as mudanças sejam aprovadas pelo Congresso e passem a valer, o que não tem data definida para acontecer.
Ou seja: quem já atingiu as condições para se aposentar, ou atingir até que a lei entre em vigor, não precisa correr para pedir a aposentadoria. Essa pessoa vai se aposentar com as regras atuais.

IDADE MÍNIMA



Como é hoje
Não há idade mínima para a aposentadoria por tempo de contribuição. A exceção é a aposentadoria por idade: 65 anos (homem) e 60 (mulher).
O que foi proposto
Idade mínima para todos: 65 anos. Sobe no futuro, gradativa e automaticamente quando aumentar a expectativa de vida após 65 anos. A previsão do governo é que até 2060 chegue a 67 anos de idade mínima.

HOMENS E MULHERES FICAM IGUAIS



Como é hoje
Mulheres se aposentam cinco anos antes que os homens.
O que foi proposto
As regras passam a ser as mesmas para homens e mulheres: todos precisam de pelo menos 65 anos de idade e 25 de contribuição.

TEMPO DE CONTRIBUIÇÃO



Como é hoje
Mínimo de 15 anos para quem se aposenta por idade. Quem se aposenta por tempo de contribuição, são 35 anos (homens) e 30 anos (mulheres).
O que está na proposta
Mínimo para todos: 25 anos (mas para receber 100%, na prática terá de ser 49 anos)

CÁLCULO DO VALOR



Como é hoje
O valor depende do tipo de aposentadoria (se é por idade ou por tempo de contribuição, por exemplo) e também do tempo que a pessoa trabalhou. É possível conseguir o valor integral com tempo de contribuição de 35 anos (homens) e 30 anos (mulheres), caso se enquadre nas regras do 85/95.
O que está na proposta
Quem cumpre os prazos mínimos (65 anos de idade e 25 anos de contribuição) não ganha aposentadoria de 100% de seu salário, mas apenas 76%. Para chegar aos 100%, é preciso trabalhar mais: ganha 1 ponto percentual por ano de trabalho adicional. Por exemplo: se contribuiu 30 anos (5 anos além dos 25 obrigatórios), vai ganhar cinco pontos percentuais e ficar com 81% da média de salário (76% + 5). Para ganhar 100%, será preciso contribuir por 49 anos.

SERVIDORES PÚBLICOS E POLÍTICOS



Como é hoje
Servidores públicos e políticos têm regras próprias de aposentadoria, diferentes de quem se aposentou trabalhando em empresas privadas. 
O que está na proposta
Os funcionários públicos passarão a seguir as mesmas regras que os trabalhadores de empresas. Entre elas, a idade mínima de 65 anos e a necessidade de contribuir por 49 anos para receber o valor integral.

MILITARES



A reforma da Previdência não inclui os militares, que têm e continuarão tendo regras próprias para aposentadoria. O governo afirma que deve elaborar um projeto de lei separado para também mudar as aposentadorias deles. 

PENSÃO POR MORTE



Como é hoje
Uma pessoa pode acumular pensão por morte e aposentadoria. O valor não pode ser menor do que o salário mínimo.
A pensão é 100% do valor da aposentadoria que o morto recebia ou a que teria direito se fosse aposentado por invalidez.
O que está na proposta
Não pode acumular pensão e aposentadoria, é preciso escolher um dos dois. Ela pode ser menor do que o salário mínimo.
A pensão deve ser de 50% da aposentadoria do morto, mais 10% por dependente. Mesmo que não tenha filho, o cônjuge vivo conta como dependente, ou seja, no mínimo, a pensão de 60%. O máximo é 100%.
Quando o filho ficar maior de idade, os 10% dele param de ser recebidos. Por exemplo: se o morto deixou uma viúva e um filho, eles recebem 70% até esse filho ficar maior de idade. Quando isso acontecer, a viúva passa a receber 60%. 

Aposentadoria integral? Esquece, só 49 anos de contribuição

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BRASÍLIA - O governo quer alterar a forma de cálculo das aposentadorias para pressionar os trabalhadores a contribuírem por mais tempo para a Previdência Social. A medida faz parte da proposta de reforma que está sendo elaborada pela área econômica. A ideia é apresentar uma fórmula pela qual as pessoas que atingirem os requisitos mínimos para se aposentar passem a ter um ganho adicional se ficarem mais tempo no mercado de trabalho. Segundo técnicos a par das discussões, quanto mais tempo adiar o pedido de aposentadoria, mais chance o segurado terá de levar para casa um benefício integral.
Se você tem dúvidas sobre sistema previdenciário e legislação trabalhista, envie sua pergunta para previdenciaetrabalho@oglobo.com.br.


Dificilmente os trabalhadores brasileiros conseguem receber 100% do valor do benefício. Ou são afetados pela regra de cálculo quando se aposentam por tempo de contribuição, mas são ainda jovens, ou contribuíram por pouco tempo e requerem aposentadoria com idade avançada. No novo modelo, como os segurados serão obrigados a atingir 65 anos para pedir o benefício, cresceriam as chances de se chegar ao valor máximo, dependendo do tempo de contribuição.
Uma das ideias é adotar a mesma sistemática que existe hoje para quem se aposenta por idade (65 anos). Essa pessoa recebe como benefício 70% da média das contribuições mais altas feitas ao INSS ao longo da vida, acrescida de 1% sobre a média para cada ano de contribuição. Assim, hoje, quem se aposenta com 65 anos de idade e 15 anos de contribuição recebe aposentadoria de 85% (ou seja, 70% mais 15). No modelo novo, os trabalhadores receberiam 60% da média das contribuições, mais 1% por ano na ativa. O percentual do prêmio será menor porque, com a reforma, todos os trabalhadores terão de atingir a idade mínima de 65 anos para se aposentar, já sendo obrigados, portanto a passar mais tempo na ativa.
Para se ter uma ideia, considerando a renda média do trabalho (Pnad/IBGE) em 2014 de R$ 1.785, um homem de 65 anos e 15 anos de contribuição, tempo mínimo exigido hoje, receberia uma aposentadoria de R$ 1.517; se esse trabalhador esticar o tempo na atividade em cinco anos (total de 20 anos de contribuição), o valor subiria para R$ 1.607; em mais cinco anos, para R$ 1.696; e, quando somar 30 anos de contribuição, teria o benefício integral — pela regra atual.
Na regra nova, o valor cairia para R$ 1.339 (com 15 anos de contribuição); com 20 anos, seria de R$ 1.428; com 25 anos, de R$ 1.517; com 30 anos, passaria para R$ 1.607; e, ao fim de 40 anos de contribuição, o benefício chegaria a R$ 1.785.
A equipe que está desenhando a reforma ainda está fazendo as contas para definir quais serão os percentuais exatos. A mudança na forma de cálculo, segundo técnicos, é necessária para trazer equilíbrio fiscal, e não basta apenas fixar uma idade mínima porque as despesas podem aumentar no futuro.

Por que a reforma é necessária?

A Previdência registra rombo crescente: gastos saltaram de 0,3% do PIB, em 1997, para projetados 2,7%, em 2017. Em 2016, o déficit do INSS chega aos R$ 149,2 bilhões (2,3% do PIB) e em 2017, está estimado em R$ 181,2 bilhões. Os brasileiros estão vivendo mais, a população tende a ter mais idosos, e os jovens, que sustentam o regime, diminuirão.

Além de fixar uma idade mínima, o governo pretende elevar o tempo mínimo de contribuição dos atuais 15 anos para 20 anos. Já está definido que quem tem menos de 50 anos terá de cumprir as novas regras integralmente, e quem tiver 50 anos ou mais até a aprovação da reforma terá regras de transição, com pedágio de até 50%.
— Ao fazer o corte por idade, o governo conseguirá resolver boa parte dos problemas porque as mudanças vão atingir a maioria dos trabalhadores na ativa. Dessa forma, sobra pouca gente a ser enquadrada nas regras de transição — explicou um técnico.
SÓ 20% TERÃO REGRA DE TRANSIÇÃO
Segundo dados da Pnad (IBGE), a população de até 49 anos (que atualmente contribui para o regime de aposentadoria) representa 79,7% do total. Na prática, 80% dos atuais trabalhadores terão de cumprir regras mais duras; os 20% restantes serão enquadrados na transição.
Outra questão que será enfrentada é o fim das regras diferenciadas para mulheres e professores, que hoje podem se aposentar antes dos demais trabalhadores — num prazo de 15 anos, período considerado razoável para a duração das regras de transição, a fim de segurar a trajetória explosiva do déficit da Previdência. Ou seja, se a reforma for aprovada em 2017, todos ficariam numa mesma sistemática até 2032.
Para isso, será criada uma escada que eleva progressivamente a idade de aposentadoria. No caso das trabalhadoras rurais, por exemplo, que podem se aposentar aos 55 anos, a idade mínima subiria um ano a cada oito meses, até chegar aos 65 anos. Para os professores, as regras ficariam mais apertadas para quem está enquadrado no INSS. Já para quem tem regime próprio (funcionalismo), a transição seria um pouco mais folgada, mas dentro dos 15 anos propostos.
Já existe consenso de que a vinculação do piso previdenciário ao reajuste do salário mínimo (que permite ganho real) terá de ser revista, diante do impacto nas contas da Previdência. Só falta definir se será junto com a reforma, dada a polêmica em torno da questão, ou em uma proposta à parte.
— A desvinculação está sobre a mesa. Pode ser alterada dentro da reforma ou em texto especial porque é um tema polêmico. Mas, do jeito que está não pode permanecer — disse uma alta fonte.
O discurso do governo é o de que a reforma da Previdência é inadiável, sob pena de o Brasil ser obrigado a fazer como a Grécia, que cortou benefícios de quem já estava aposentado. Se nada for feito, isso pode acontecer já próxima década, diante do tamanho da atual despesa com pagamento de aposentadorias e do rápido processo de envelhecimento da população. Em breve, o país terá menos gente trabalhando para sustentar os idosos.
De acordo com dados oficiais, a população de zero a 14 anos soma hoje 47 milhões de pessoas e, em 2060, cairá para 28 milhões — quase a metade. Já o número de idosos pulará dos atuais 16 milhões para 52 milhões no mesmo período.
Segundo um interlocutor, a reforma já está praticamente desenhada, faltando fechar apenas as mudanças no regime dos militares das Forças Armadas. O governo espera o desfecho do processo do impeachment da presidente afastada, Dilma Rousseff, para definir o melhor momento de enviar a proposta ao Congresso. Pode ser em setembro, disse uma fonte, a depender da temperatura na Casa, devido às eleições em outubro.
— Trabalhamos com a possibilidade de enviar a proposta em setembro, mas isso vai depender do clima no Congresso. Não podemos enviar com muita antecedência para evitar que as discussões se arrastem, gerando desgaste para o governo, como já aconteceu no passado — explicou um interlocutor.
A expectativa do presidente interino, Michel Temer, é que a proposta só seja aprovada no início da próxima legislatura, em 2017.

fonte;http://oglobo.globo.com/economia/reforma-da-previdencia-tera-exigencia-maior-de-anos-de-contribuicao-19849590#ixzz4S9WNBcti 

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