- Começa neste sábado 03/06/17 a 1¤ copa da amizade, com a abertura ao 12hrs, organizada pela ABESC Caçapava com a coordenação de Danilo Augusto, voluntário nesta associação e funcionário da GM. A copa será realizada no ginásio de esportes do Clube Recreativo Jequitiba de Caçapava em SP e a entrada será franca. Os jogos aconteceram aos sábados das 13 as 18 hrs e aos domingos a partir das 8:00hrs do dia 3 de Junho a 9 de julho. Participaram equipes de Caçapava e taubate: ABESC Caçapava Jequitibá, Craquenet Caçapava, Nestlé, Nacional, São Gonçalo Taubaté, Palmeiras Caçapava, Califórnia Taubaté, Meninos de Ouro, Instituto Vida Taubaté e Aliança Taubaté. A copa contará com cerca de 550 atletas. -

ABESC Apresenta a1¤ copa da amizade

quinta-feira, 20 de abril de 2017

Cerca de 350 operários da GM de S. Caetano podem perder o emprego, diz Sindicato local

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Acabou ontem o acordo de lay-off, que é a suspensão temporária do contrato de trabalho, entre a GM (General Motors) de São Caetano e um grupo de aproximadamente 750 trabalhadores. Os operários foram informados ontem por meio de telegrama. No entanto, podem ser demitidos cerca de 350 profissionais, já que 400 possuem estabilidade.
Resultado de imagem para Cerca de 350 operários da GM podem perder o empregoDe acordo com o vice-presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São Caetano, Francisco Nunes, a montadora norte-americana enviou três tipos de carta: uma avisando sobre a rescisão do contrato de trabalho, outra informando a reintegração à fábrica e, uma terceira, os colocando em licença-remunerada por tempo indeterminado.
O sindicalista, porém, não soube precisar quantos estão em cada grupo, disse apenas que em torno de 400 sequelados seguirão afastados. “Nós ainda não nos reunimos com os dirigentes da empresa para discutir a situação. Só fomos informados de que, infelizmente, eles decidiram não renovar o lay-off.”

A última prorrogação da suspensão do contrato de trabalho foi no dia 8 de fevereiro. Nunes informou que haverá assembleia para tratar do assunto em frente ao portão 4 da fábrica na terça-feira às 6h.
Em relação aos empregados que voltarão à ativa, o sindicalista informou que algumas pessoas poderão ser desligadas para dar lugar a esses operários que voltaram do lay-off. Até o momento, entretanto, Nunes disse que ninguém recebeu esse tipo de comunicado.
No telegrama enviado aos trabalhadores que foram desligados, ao qual o Diário teve acesso, a companhia informa que apesar de várias medidas adotadas pela empresa para superar a crise, o mercado não reagiu. Segundo José Sipriano, 47 anos, agora ex-trabalhador do cockpit da linha de montagem, tanto o sindicato quanto a empresa não avisaram os funcionários sobre a não renovação do vínculo. “Não falaram nada, nós fomos pegos de surpresa, isso é um absurdo”. Sipriano, que recebeu o comunicado de dispensa, garante que vai recorrer da decisão porque faz parte do grupo de trabalhadores que possuem estabilidade. “Se nada for resolvido logo, vou entrar com ação judicial contra a GM.”
Outra queixa apresentada pelos profissionais suspensos é a de que a montadora não realizou o rodízio prometido entre eles, e muitos que estão em casa desde novembro de 2014, como Sipriano. “A empresa nos prometeu pagamento integral, mas a gente só recebia cerca de 60% ou 65% do valor. Também não houve rodízio”, complementa Sipriano. Isso ocorreu porque a contrapartida do Ministério do Trabalho, de complementar o salário, vale apenas para o afastamento de grupos diferentes. No caso, como os mesmos ficaram de fora, apenas nos primeiros seis meses tiveram os recursos do FAT (Fundo de Amparo ao Trabalhador).
VENDAS - De acordo com o último levantamento da Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores), a GM segue na liderança, com 17,8% do mercado, seguida pela Fiat, com 13,6% de participação. Para se ter ideia, o Ônix teve 40.624 unidades comercializadas no primeiro trimestre deste ano.
Atualmente, são confeccionados em São Caetano os modelos Cobalt, Spin, Montana e Ônix Joy. Ao mesmo tempo, a montagem do Cruze, que era feita na região, foi transferida para Rosário, na Argentina, onde a montadora também possui unidade. Procurada pela equipe do Diário, a empresa não quis se manifestar sobre esse caso. 
 

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