- Começa neste sábado 03/06/17 a 1¤ copa da amizade, com a abertura ao 12hrs, organizada pela ABESC Caçapava com a coordenação de Danilo Augusto, voluntário nesta associação e funcionário da GM. A copa será realizada no ginásio de esportes do Clube Recreativo Jequitiba de Caçapava em SP e a entrada será franca. Os jogos aconteceram aos sábados das 13 as 18 hrs e aos domingos a partir das 8:00hrs do dia 3 de Junho a 9 de julho. Participaram equipes de Caçapava e taubate: ABESC Caçapava Jequitibá, Craquenet Caçapava, Nestlé, Nacional, São Gonçalo Taubaté, Palmeiras Caçapava, Califórnia Taubaté, Meninos de Ouro, Instituto Vida Taubaté e Aliança Taubaté. A copa contará com cerca de 550 atletas. -

ABESC Apresenta a1¤ copa da amizade

quarta-feira, 24 de maio de 2017

Manobra, Ferraço dá relatório como lido e confirma votação de reforma trabalhista em comissão

Ferraço dá relatório como lido e confirma votação de reforma trabalhista em comissão Marcos Oliveira/Agência Senado/Divulgação
Após muito bate-boca e confusão, os senadores da base do governo conseguiram uma saída para completar a leitura do parecer da reforma trabalhista na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE). O relator Ricardo Ferraço (PSDB-ES) deu o parecer como lido e confirmou que a votação no colegiado está agendada para a próxima terça-feira (30).
— Dei o relatório como lido e foi concedida vista. A tendência é que a votação seja já na próxima terça-feira. O calendário da reforma trabalhista está absolutamente mantido —afirmou Ferraço.
O líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), e o vice-presidente do Senado, Cássio Cunha Lima (PSDB-PB), deixaram a sala da comissão confirmando a decisão da base de dar o relatório como lido. Os senadores foram perseguidos nos corredores do Senado por manifestantes aos gritos de "golpistas".
— Dar como lido não é ler. Não consideramos a leitura do relatório — afirmou o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP). 
Ele e a senadora Fátima Bezerra (PT-RN) afirmaram que vão buscar solução regimental para entrar com recurso ao plenário da leitura do relatório.
— Quem achar que deve, pode pedir recurso — argumentou o relator.
— Oposição não precisa concordar com a leitura — alegou Ataídes Oliveira (PSDB-TO), que também se envolveu em um bate-boca com Randolfe e precisou ser apartado por outro senador.
O senador Cássio Cunha Lima deixou a comissão e foi discursar em plenário contra a ação da oposição para impedir a leitura do relatório. 
— Se a regra for impedir no grito, no braço, acabou o Parlamento. Vimos atos de selvageria na comissão — alegou.
O presidente da comissão, Tasso Jereissati (PSDB-CE), precisou deixar o colegiado escoltado pela Polícia Legislativa.

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